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Seguradoras migram da reação à prevenção diante da crise climática

Eventos extremos aceleram uso de dados, inteligência artificial e seguros paramétricos para antecipar riscos e reduzir perdas

15 mai. 2026 Brasil 2 min de leitura

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Em matéria publicada pelo Valor Econômico, nossos especialistas analisam como a intensificação de eventos climáticos extremos tem levado o setor de seguros a migrar de uma atuação predominantemente reativa para estratégias voltadas à prevenção, gestão de riscos e adaptação climática.

O debate ganhou força após eventos como as enchentes históricas no Rio Grande do Sul, que ampliaram a percepção sobre o papel dos seguros como instrumento de proteção financeira, reconstrução e continuidade de negócios.

Para seguradoras, resseguradoras e empresas contratantes, o novo cenário exige revisão de modelos de risco, precificação, coberturas, governança e políticas de mitigação. A agenda climática passa a ter impacto direto na sustentabilidade das operações, na estruturação de produtos, na gestão de sinistros e na capacidade das empresas de responder a eventos cada vez mais frequentes e severos.

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